Conforme Sabrina Ribeiro, o autismo é uma condição crônica,
caracterizado pela presença de importantes prejuízos em áreas do
desenvolvimento, por esta razão o tratamento deve ser contínuo e envolver uma
equipe multidisciplinar (Schwartzman, 2003).
A eficácia de um tratamento depende da
experiência e do conhecimento dos profissionais sobre o autismo e,
principalmente, de sua habilidade de trabalhar em equipe e com a família (Bosa,
2006).
Existem vários tipos de tratamento que podem ser usados para ajudar uma
criança com autismo. Independente da linha escolhida, a maioria dos
especialistas ressalta que: o tratamento deve começar o mais cedo possível; as
terapias devem ser adaptadas às necessidades específicas de cada criança e a
eficácia do tratamento deve ser medida com os avanços da criança.
Sabe-se que uma boa intervenção consegue
reduzir comportamentos inadequados e minimizar os prejuízos nas áreas do
desenvolvimento. Os tratamentos visam tornar os indivíduos mais independentes
em todas as suas áreas de atuação, favorecendo uma melhoria na qualidade de
vida das pessoas com autismo e suas famílias.
Abaixo segue um vídeo mostrando algumas técnicas de intervenção feitas
em um menino que apresentava autismo severo...
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