Para alguns final de ano é sinônimo de estagnação. De ficar em
“ponto morto”. Sem ânimo para prosseguir, parado, estagnado.
Lógico é possível percorrer alguns km em ponto morto, mas é como curtir a vida sem sal, sem
sabor, sem tempero. É ficar dentro de um lago e ver tudo de modo meio turvo. Ver as pessoas andarem, sonharem, buscando seus ideais, mas quem está em ponto morto
só olha.. sem contemplar, vê... sem enxergar...não vive sua vida, apenas está na
vida.
E o que dizer de quem vive em marcha ré, prendendo-se às lembranças de épocas que não voltam mais, pessoas que já se foram, vidas que
já viveram. Sentimentos que não lhes pertencem mais...E porque alimentar isso?
Sempre há tempo de engatar a marcha, olhar para frente,
seguir seu rumo, ter novas expectativas. Entretanto, esse é um momento que pertence a cada um, uma decisão
somente sua, não depende de ninguém, brota de dentro de cada indivíduo. É
aprender a esquecer tudo aquilo que faz mal, talvez não esquecer de seres
humanos, mas de sentimentos que alguns trazem...
Engatar a marcha é sinônimo de olhar para frente, querer
ultrapassar obstáculos, sentir-se regente de sua própria vida. Perceber que o
dia renasce a cada dia, traz novas esperanças, novos horizontes a serem
alcançados.
Se pensarmos bem, o comando de marchas mostra que devemos
seguir etapas, ir da primeira à quinta. Por isso, comece
devagarinho, pense quais as primeiras marchas que podes alcançar, aos poucos vá
alternando-as. Sonhe, estude, trabalhe, plante um jardim, busque outras perspectivas a cada dia. Sempre
haverá novas coisas a fazer, conhecer e desfrutar.
A vida é feita de etapas, então, engata a marcha e segue em
frente, pois quanto mais cedo estiver em seu rumo, mais cedo chegará ao seu
destino!

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