quarta-feira, 31 de outubro de 2012

A vida é um grande aprendizado



Quer ver: aprendi, aos 5 anos, que os peixinhos dourados não gostam de gelatina.
 Aprendi, aos 8 anos, que meu pai pode dizer um monte de palavras que eu não posso. 
Aprendi, aos 9 anos, que minha professora me chama quando não sei a resposta. 
Aprendi, aos 11 anos, que os melhores amigos são os que me metem em confusão. 
Aprendi , aos 13 anos, que quando o meu quarto fica do jeito que eu quero, minha mãe me manda arrumá-lo. 
Aprendi, aos 15 anos, que não se deve descarregar as frustrações no irmão menor porque o pai tem frustrações maiores e a mão mais pesada. 
Aprendi, aos 20 anos, que os grandes problemas começam sempre pequenos.
 Aprendi, aos 25 anos, que nunca devo elogiar a comida da minha mãe se estou comendo alguma coisa que minha mulher preparou.
 Aprendi, aos 29 anos, que se pode fazer num instante, algo que vai lhe dar dor de cabeça para o resto da vida. 
Aprendi, aos 33 anos, que as mulheres gostam de ganhar flores especialmente se for sem motivo algum. 
Aprendi, aos 34 anos, que não cometo muitos erros de boca fechada.
Aprendi, aos 38 anos, que se quiser ser convidado para festas tenho que dá-las. 
Aprendi, aos 39 anos, que você sabe que a sua esposa o ama quando sobram dois bolinhos e ela pega o menor. 
Aprendi, aos 41 anos, que nunca se conhece bem os amigos até que tire férias com eles. 
Aprendi, aos 42 anos, que se você está levando a vida sem fracassos, não está correndo riscos suficientes.
 Aprendi, aos 47 anos, que crianças e avós são aliados naturais. 
Aprendi, aos 49 anos, que se cuidar bem dos empregados, eles cuidarão bem dos seus clientes.
 Aprendi, aos 51 anos, que quando chego atrasado ao trabalho, meu patrão chega cedo. 
Aprendi, aos 63 anos, que é legal curtir o sucesso, mas não posso acreditar muito nele. 
Aprendi, aos 64 anos, que não posso mudar o que já passou, mas posso deixar para lá. 
Aprendi, aos 66 anos, que todos que dizem "dinheiro não é tudo", geralmente têm muito. 
Aprendi, aos 67 anos, que quem espera se aposentar para começar a viver, esperou tempo demais. 
Aprendi, aos 71 anos, que nunca se deve ir para a cama sem resolver uma briga. 
Aprendi, aos 72 anos, que quando as coisas vão mal eu não tenho que ir com elas. 
Aprendi, aos 76 anos, que envelhecer é importante se você é um queijo.
Aprendi, aos 91 anos, que amei menos do que devia. 
Aprendi, aos 92 anos, que tenho muito a aprender.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Grávidas devem ter uma dieta rica em peixes



 Através de um longo estudo realizado pela professora Sharon Savig, avaliando crianças que nasceram na década de 1990 até o presente ano, constatou-se que as grávidas que tiveram uma dieta rica em peixe ofereceram maior proteção a seus bebês contra o desenvolvimento do TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade).
   A pesquisa foi realizada através da “Boston University School of Public Health”, indicando que comer peixe duas vezes por semana durante a gestação diminui em 60% os risco do desenvolvimento de TDAH.
   Estes estudos associaram o TDAH à quantidade de mercúrio as quais as grávidas tinham em seu o organismo. Os testes de medição de mercúrio eram realizados através de amostras de cabelo das mães que eram retiradas logo após o parto, para testar os níveis de mercúrio. Quando as crianças estavam com cerca de oito anos de idade, os pesquisadores pediram a seus professores para avaliarem o comportamento delas. Sendo assim, concluiu-se que as mães mais expostas ao mercúrio tem maior probabilidade de seus filhos apresentarem sintomas de TDAH e uma dieta rica em peixe reduz o índice de crianças futuramente apresentarem  TDHA.

Fonte: Scienscenews 

Pós Graduação

Para a região de Porto Alegre, Canoas, Esteio, Sapucaia, São Leopoldo...

E-mail de contato: vivianealves@censupeg.com.br

Fone: (51) 9675.4709/ 9204.2986



Neurogastronomia - o futuro da tecnologia de alimentos

Imagem: Cucinarte
     Não há quem resista ao preparo de um bom prato culinário. Saber priorizar a geometria e as cores do prato a serem servidos é uma arte do gastrônomo, mas quando o prato estimula a nossa memória e a percepção das cores, aí sim, estamos diante de um neurogastronômico.
Gordon M. Shepherd

Gordon M. Shepherd (foto) é professor de neurobiologia na escola de medicina da Universidade Yale, nos Estados Unidos, e passou grande parte da vida pesquisando os mecanismos cerebrais do olfato e sua importância na percepção do sabor. Ele acaba de lançar um livro cujo título em português seria: Neurogastronomia: como o cérebro cria o sabor e porquê (Columbia University Press). 
Segundo o autor, sem cheiro não há sabor. Atiçar o paladar, esse é o lema da indústria de sabores. Mais crocante ou cremoso, fresco ou defumado, suave ou apimentado, com intenso sabor de queijo ou apenas um leve toque — há jeito para tudo. Há muita ciência por trás desse trabalho. O livro abre com uma afirmação surpreendente: enquanto a língua só pode sentir 5 (talvez 6, no máximo) gostos diferentes, o nariz sabe literalmente milhares de diferentes aromas. Como resultado, a maioria do que conhecemos como "sabor" na verdade vem do nariz. Naturalmente, a maioria das pessoas acha que o sabor vem da boca, mas isso na verdade resulta de uma propriedade do sistema nervoso conhecido como "sensação referida".

    Sabor e cheiro são percebidos por partes completamente diferentes do cérebro. A maioria das pessoas têm uma compreensão aproximada que o nariz tem um papel importante na percepção do sabor. Mas Gordon Shepherd sabe muito sobre o assunto, mais  do que a maioria das pessoas. Por exemplo, a nossa percepção do olfato é processada pelo córtex pré-frontal - a parte mais nova e mais complexa do cérebro, responsável pela linguagem e pensamento racional. Gostos da língua, por outro lado, são processados ​​pelo tálamo e ínsula, áreas cerebrais mais primitivas que respondem mais rapidamente às entradas. Esses caminhos diferentes ajudam a explicar por que os bebês entendem que um doce merece sorrisos, enquanto coisas amargas geram "cara nojenta", mas um sommelier  (profissional especializado, encarregado em conhecer os vinhos, cervejas, ou outros tipos de bebidas, e de todos os assuntos relacionados ao serviço) pode passar anos treinando seu nariz.
 No Brasil, apesar de termos grandes chefs, temos poucos neurogastronômicos.
Felipe Bronze
Segundo site UOL, o Chef Felipe Bronze(foto) faz algo parecido, com o de Romera[1], no restaurante carioca Oro. “Ele faz a chamada culinária sensorial, que busca despertar emoções e sensações através dos alimentos. Ainda assim, no entanto, não é exatamente neurogastronomia. Por ser um médico, o Romera  trabalha de uma forma científica, visando desfocar a maneira como nosso cérebro interage com a comida”, completa.

    Também em busca pela web, há o blog Neurogastronomia que pertence ao Chef de cozinha internacional Carlos Alberto Rodrigues em parceira com Ines Cozzo Olivares
Carlos A. Rodrigues


     Além dos aspectos de estimular os sentidos utilizando a apresentação dos alimentos e a escolha dos elementos que farão parte dele, existem outras possibilidades de alcance com a Neurogastronomia. E é exatamente disso que falam o Chef Internacional Carlos Alberto Rodrigues (foto) e a especialista em processos de Neuroaprendizagem Inês Cozzo Olivares. Carlos Alberto, claro, é o especialista em gastronomia. Inês Cozzo é bacharel em Psicologia com especialização em Neuropsicologia e NeuroBusiness. Desse "casamento" - literalmente falando - surgiram projetos absolutamente inéditos, até onde se sabe.

Inês Cozzo
    Inês Cozzo (foto) atua como palestrante, consultora e escritora internacional desde 1995. Sua expertise é em processos de Gestão da mudança, particularmente nas empresas e em aceleração de aprendizagens, tanto em empresas quanto em instituições de ensino. Juntos, eles perceberam que existem alimentos servidos in natura ou processados que:


-    estimulam processos cognitivos, afetivos e motores;
-    predispõem as pessoas à mudanças voluntárias de comportamentos;
-     fortalecem a memória entre outros recursos psicofisiológicos;
-  geram melhores estados psicofísicos através de produções neuroquímicas geradas pelos alimentos servidos in natura ou processados;
-  conduzem atividades de treinamento e desenvolvimento (aprendizagem acelerada e significativa - Paulo Machado e Ausubel) utilizando alimentos processados de formas absolutamente inéditas, porém saborosos e prazerosos, entre muitos outros benefícios.
Eric Kandel

     Segundo Eric Kandel (foto), prêmio Nobel de neurociência por suas pesquisas e descobertas relativas à memória, a chave filosófica da ciência neural moderna é que todo comportamento é um reflexo da função cerebral. Uma vez que já sabemos que toda função neural é eletroquímica e inevitável, pois tudo que ingerimos influencia em nosso cérebro. O que procuramos fazer é, conhecendo as bases químicas dos alimentos, utilizá-los para aprimorar e acelerar funções neurais (comportamentos) aproveitando ainda, o elemento lúdico que o prazer de comer oferece.
     Entretanto, a neurogastronomia, apesar do nome já parecer familiar, ainda necessita de maior compreensão dos processos bioquímicos envolvidos na percepção de sabores, procurando assim preparar refeições e alimentos com maior aceitabilidade por diferentes grupos populacionais, em função das suas necessidades e preferências, com certeza a mesma será o futuro da tecnologia de alimentos.
    Nota: Para quem quiser acompanhar o trabalho da neurogastronomia, basta seguir pelo face no seguinte endereço: Neurogastronomia e também pode ser acompanhado pelo blog  Neurogastronomia 

Fonte: NeurogastronomiaCorreio Braziliense, UOL, 





[1] O neurologista e chefe de cozinha Miguel Sanches Romera, apaixonado por culinária e pela medicina, decidiu aliar essas duas atividades e criou o que chama de neurogastronomia. Os pratos do restaurante Romera, em Nova York, são montados por ele com o objetivo de mexer com a mente daqueles que experimentam sua comida. “A intenção é interagir com o nosso cérebro. A disposição dos alimentos não tem a função somente de embelezar o prato, mas de modificar os nossos conceitos e percepções”, observa o chefe Pascal Jolly, do bistrô Chez L’Ami Martin, no Rio de Janeiro.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Hábitos que podem prejudicar seu cérebro

Temos muitas manias e hábitos que executamos quase que diariamente. No entanto, temos  tendência a não reconhecer  que esses hábitos podem causar alguns danos cerebrais. 


1. Pular o café da manhã e ir direto para o almoço.

Pessoas que não tomam café da manhã normalmente tem um menor nível de açúcar no sangue. Isso acaba gerando uma insuficiência de nutrientes ao cérebro, causando a degeneração do mesmo.



2. Comer demais. 

Comer em demasia provoca o endurecimento das artérias cerebrais, que resulta em uma diminuição no poder mental. Ao realizar uma tarefa, tal como montar um quebra-cabeça, redigir um texto, sua concentração ficará reduzida.



3. Fumar

O fumo não só prejudica os pulmões, como também o cérebro. A nicotina do cigarro contém algumas substâncias que causam o encolhimento do cérebro, podendo até causar doenças, tais como o Alzheimer.





4. Alto consumo de açúcar 

Grande quantidade de  açúcar diminui a absorção de proteínas e nutrientes, causando má nutrição,  interferindo no desenvolvimento cerebral.





5. Exposição a poluição do ar 

A inalação de ar poluído diminui a oferta de oxigênio, provocando uma diminuição na potência cerebral. 





6. Dormir pouco

O sono é extremamente essencial. Ele permite que o nosso cérebro descansar, sendo que a privação de longa duração de sono acelera a morte de células  cerebrais.




7. Cobrir a cabeça durante o sono

Aumenta a concentração de dióxido de carbono e diminui a concentração de oxigênio, que acaba causando efeitos prejudiciais no cérebro.






8.  Trabalhar  durante uma doença

Isso é bastante comum, trabalhar ou estudar quando estamos doentes, mas, além da dificuldade do cérebro para responder nesse estado, acabamos prejudicando-o.







9. Falta de pensamentos estimulantes 

O pensamento é que a melhor maneira de treinar o nosso cérebro. Ter conversas sensatas, escrever textos, ler bons livros, assistir a bons filmes são algumas das formas que podemos estimular bons pensamentos.






10. Falar pouco ou deixar de praticar conversas inteligentes

A fala estimula a potência do cérebro. Conversas profundas ou intelectuais promovem a eficiência cerebral.












domingo, 28 de outubro de 2012

A afetividade influencia na formação cerebral


Qual a diferença entre estes dois cérebros?
A principal diferença está na forma como foram tratados pela mãe antes  dos 3 anos de idade.

   O site Mindhacks publicou hoje(28/10/12) a postagem “ Um breve reaquecimento da mãe geladeira”, entretanto ele refere-se a todas as mães que não são afetivas com seus filhos.
   “ A criança com o cérebro mais desenvolvido foi querido por sua mãe, que constantemente era afetuosa. A criança cujo cérebro é menor foi negligenciada e abusada.”
     Os exames foram publicadas pelo neurocientista Bruce Perry, que estuda os casos de abandono, desnutrição e exposição à drogas durante a gravidez.
A imagem apresenta duas crianças com 3 anos de idade, sendo que, segundo ele, a que possui cérebro menor poderia ser quase que diagnosticada com microcefalia (doença neurológica onde a cabeça é menor, geralmente, por causa de um problema genético). Porém a imagem foi realizada num estudo com órfãos romenos que estavam desnutridos e foram negligenciados.
    Através desta imagem, o artigo enfatiza da importância da interação mãe x bebê para um bom desenvolvimento cerebral, pois é nesta fase que muitas células cerebrais são produzidas, sendo assim, esta pesquisa complementa   a pesquisa descrita na postagem Neurociência e Desenvolvimento.

Fonte: transcrição de alguns trechos de Mindhacks

Memórias da infância



Em pesquisa feita aos usuários do Facebook, pode-se constatar que a idade padrão de lembranças de nossa infância iniciam-se por volta dos 3 - 4 anos de idade. O que confirma a pesquisa relatada na postagem Pessoas esquecem da infância ainda crianças. 



Entretanto aqui se fez menção somente a um tipo de memória, mas conforme a psicanalista paulista Joanna Wilheim, autora de O que é Psicologia Pré-Natal,  em entrevista a Vasconcelos, o feto tem memória:


O feto tem memória? 

Sim, isso é um fato cientificamente comprovado por vários experimentos. Um deles consiste em que a mãe leia certa história para o feto nas últimas semanas da gravidez. Após o nascimento, fones de ouvido são colocados no bebê e são lidas duas histórias para ele: a que escutou quando estava no útero e outra desconhecida. Por meio de um aparelho de sucção, o recém-nascido pode “regular” qual das historinhas quer ouvir. Invariavelmente, ele “chama” a história conhecida. 

Se ele tem memória, por que não nos recordamos de nossa vida uterina? 

As inscrições das experiências e vivências pré-natais ficam registradas no inconsciente. O inconsciente não é acessível à nossa percepção. As experiências registradas podem se manifestar indiretamente. Elas podem aflorar quando algum fato da realidade atual “esbarrar” numa “cápsula” que contém uma memória de acontecimento registrado na vida pré-natal. O que aflora são, sobretudo, as sensações e emoções relacionadas com tal fato. 

O bebê é capaz de aprender ainda no ventre da mãe? 
Sem dúvida. A médica e psicanalista italiana Alessandra Piontelli, autora do livro De Feto a Criança (Imago Editora), relata o caso de uma menininha observada através de ultra-som desde o início da gravidez. A menina era um feto muito ativo. Movimentava-se bastante, brincava com a placenta e o cordão umbilical. Uma de suas brincadeiras era manipular com os dedinhos a placenta num movimento de querer descolá-la. Esta manipulação acabou provocando um forte sangramento. A mãe correu o risco de perder a bebê e foi colocada em repouso absoluto até o fim da gravidez. A menina passou a ficar absolutamente imóvel, enfiada em um canto do útero, até o fim da gravidez. Ela havia aprendido que a sua movimentação havia posto em risco a sua vida. 


     Entretanto, também cabe ressaltar que algumas memórias que temos, são através de fatos contados por nossos familiares que de tanto comentarem o ocorrido, acabamos criando essa imagem dentro de nós.
Imagem: http://eugeniopacelliteles.blogspot.com.br/2011/01/exame-de-ultrassonografia-obstetrica-3d.html
     Somos frutos de uma geração não tecnológica, pois se pensarmos bem as crianças da atualidade terão muito mais elementos para montar o enorme quebra-cabeça chamado vida. Para estas tudo está sendo registrado, desde o ventre materno, nascimento, fotos diárias e muito mais. Quando tiverem dúvidas se algo lhe aconteceu realmente só vão precisar recorrer aos artifícios tecnológicos. 

Fonte:
Vasconcelos, Yuri. A vida dentro do útero. Disponível em http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI7241-10448-4,00-A+VIDA+DENTRO+DO+UTERO.html

Conheça seu cérebro: Afinal quem é que manda?

O vídeo é muito bom, ele mostra através de demonstrações lúdicas o funcionamento do lobo frontal. Os desafios de lógica, teste de Stroop, exercício para o cérebro  que coloco aqui no blog, se fazem presente no vídeo, também há  uma breve explicação sobre nossas memórias...


sábado, 27 de outubro de 2012

Enigma nº 11

--- Enigma nº 11---
--- Desafio de lógica ---

Os palitos...

Movendo apenas 5 palitos, transforme a figura em 3 quadrados do mesmo tamanho...


Resposta em 03/11/2012

Na hora é meio difícil, mas se montar o desafio é mais fácil de resolver e quem conseguiu resolvê-lo, lá no face  foram:
Leonardo Hennemann, que me utilizando das palavras dele, disse:
 É fácil, move o 8 para ficar reto com o 4, move o 9 para fechar o quadrado, já moveu 2,  agora move o 10 para fechar o quadrado do 3,4 e 5, pronto, já moveu 3,  dai pega o 6 e o 7 e fecha o ultimo quadrado com o 1 e o 2. 
Mas também está certa a resposta de Franciele de Santana Move o 9 e 10 para fechar o quadrado com o 2 e o 1. Move o 8 para fechar o quadrado com o 3, 4 e 5. Move o 6 e o 7 para fechar o quadrado com o 12 e 11. Qualquer mudança que faça os quadrados ficarem em disposição de vai-vem e que mova obviamente apenas 5 palitos. Tira 5 palitos do quadrado:
6, 7, 8, 9, 10 ou 11, 10, 9, 8, 7 e tenta montar como descrito.

Qual sua percepção desta imagem?


Chá verde para a aprendizagem e a memória!




Um dos produtos químicos encontrados dentro do chá verde afeta a neurogênese (produção de novas células cerebrais durante a vida – que ocorre no hipocampo – é a parte do cérebro responsável pelo aprendizado e pela formação da memória)


Yun Bai, da Third Military Medical University, na China,comentou:

"O chá verde é uma bebida popular em todo o mundo. Houve muita atenção científica sobre seu uso para ajudar a prevenir doenças cardiovasculares, mas agora não está surgindo evidências de que suas propriedades químicas podem afetar os mecanismos celulares no cérebro."

A equipe de Bai focou-se no ECGC, um produto químico que é uma das propriedades fundamentais do chá verde. Embora as suas qualidades como antioxidante já sejam conhecidas, os cientistas acreditavam que o químico poderia também ter um efeito benéfico no combate às doenças degenerativas relacionadas com a idade e foi essa a hipótese que tentaram provar.


Resumindo: o estudo mostrou, que o ECGC encontrado no chá verde facilita a aprendizagem e melhora a memória, melhorando, também, o reconhecimento dos objetos.


Para aqueles que já consumiam o chá verde, que continuem. E os demais já vão procurando onde encontrar este produto.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Pessoas esquecem da infância ainda crianças




Pesquisa mostra que pessoas esquecem da infância ainda crianças.
Pesquisadores não sabem ao certo os motivos que levam ao esquecimento.
Hipótese é de que o cérebro ainda não estaria pronto para gravar memórias.


     A história começa com um tombo, uma viagem em família, uma briga na escola por volta dos quatro, cinco anos. Antes disso, nada. "Desconhecemos e esquecemos muitos aspectos da nossa vida. É muito provável que você saiba pouco sobre si mesmo", diz Fani Hisgail, psicanalista.
    E é justo a infância, tão saudosa e cantada pelos poetas, a época mais esquecida. Ironia biológica? Os especialistas chamam de amnésia infantil, e não tem nada a ver com lapsos de memória, mas com os quatro primeiros anos de vida que parecem ter sido apagados com borracha."Sim, pode-se dizer que perdemos parte da nossa infância", afirma à Folha Carole Peterson, pesquisadora da Memorial University of Newfoundland, no Canadá.
   Peterson coordenou uma pesquisa, publicada no começo do mês na revista "Child Development", sobre memórias de infância. No estudo, 140 crianças entre quatro e 13 anos foram convidadas a contar suas primeiras memórias (fizemos o mesmo com quatro pessoas, leia depoimentos nesta e nas páginas seguintes). Dois anos depois, as crianças da pesquisa tiveram que contar novamente as lembranças mais antigas e estimar quantos anos tinham quando tudo aconteceu. As mais novas trocaram as memórias velhas por mais recentes. As maiores mantiveram as mesmas lembranças. Moral da história: esquecemos a infância enquanto ainda somos crianças.

Hipóteses

    Não há dúvida que crianças conseguem armazenar informações, segundo Martín Cammarota, pesquisador em neurofisiologia da PUC-RS. "Elas sabem o que aconteceu ontem ou anteontem, mas são lembranças de curta duração."
   A neurociência não tem certeza de por que isso acontece. Uma das hipóteses é que o cérebro ainda não estaria pronto para gravar memórias à tinta, de acordo com Rodrigo Neves Pereira, pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. "É como se as crianças escrevessem a lápis no disco rígido da memória." Estruturas cerebrais responsáveis por processar e arquivar informações não estão totalmente desenvolvidas aos dois anos ou três anos.
     Na mesma direção, o neurocientista Ivan Izquierdo argumenta que, nessa idade, não dominamos totalmente a linguagem. "As memórias de antes dos três anos são gravadas em códigos não linguísticos, que não fazem sentido depois que somos adultos."
   Não por acaso, lembranças mais claras coincidem com o início da alfabetização. Algumas pessoas, porém, desenvolvem essa capacidade mais cedo. Mistérios.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Neuroartistas


Colocar a palavra “neuro” na frente de cada profissão está virando moda. Pois não é que temos até o neuroartista!!!
Estes artistas são apaixonados  pelo estudo cerebral e estão produzindo belíssimas obras com os mais diversos materiais.

Eis alguns deles e suas obras...


Greg Dunn  é artista plástico e estudante de neurociência. Seus belos quadros são inspirados na histologia do sistema nervoso central e na arte tradicional japonesa.


Marjorie Taylor - psicóloga, " Demorou muito tempo, são obras que exigem paciência e atenção ", diz ela.



Emílio Garcia - não é nenhum estudante de neurociências, mas suas criações estão virando a sensação do momento...


Eileen Downes



Kate MacDowell

Katharine Dowson

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Escolha qual posição você quer adotar daqui em diante!


     Isso mesmo escolha uma posição!
   Você sabia que só de fazer uma postura de Super-homem você acaba se sentindo poderoso? Ou, que basta você mudar a forma de sentar, o modo de mexer suas mãos, que sua vida começa a mudar? A postura tem relação com hormônios que comandam o seu comportamento... Sua postura pode mudar o seu estado de espírito e até seu metabolismo.
     De acordo com as pesquisas, sorrir pode transmitir segurança. Sentar na ponta de uma cadeira, quer dizer que você quer ir embora. Gesticular muito quer dizer nervosismo.
     Há algum tempo as pessoas já descobriram e os pesquisadores comprovaram que o corpo fala.
     A psicóloga Amy Cuddy(foto), professora da Universidade de Havard, utilizando-se de métodos experimentais para investigar como as pessoas julgam umas as outras e a si mesmo, confirmou que nossa postura influencia em nosso comportamento; e, que se ficarmos 2 minutos numa determinada posição nosso organismo sofre alterações, mudando nossa testosterona e os níveis de cortisol. Resumindo: a pesquisa mostra que "fingir" posturas corporais associadas com dominação e poder - mesmo que por apenas dois minutos - aumenta a testosterona das pessoas, diminui seu nível de cortisol, aumenta o apetite por risco, e faz com que as pessoas se saiam bem em entrevistas de emprego. "Se você agir poderosamente, você vai começar a pensar poderosamente."
   O psicólogo João Oliveira, em entrevista a Ana Maria Braga, disse que se estivermos passando por uma situação de perigo, insegurança, devemos parar na posição de Super-homem, pois assim enviamos uma mensagem para nós mesmos de segurança e equilíbrio.
Para ele existem algumas posturas que nos fazem enfrentar situações de forma mais tranquila...
1º A do Super-homem ou Mulher-maravilha;
2º Com as mãos na cabeça, como se estivesse bem à vontade;
3º A posição do general: peito estufado, mãos para trás.
   “A emoção acaba sendo transferida para o comportamento, então, você demonstra fisicamente aquilo que está dentro de você de forma subjetiva. Isso é uma via de mão dupla. Se você altera sua postura corporal, acaba alterando também a emoção", explicou o psicólogo João Oliveira. Ele disse ainda que, diante de uma situação de perigo, você pode parar na posição do Super-Homem por dois minutos, e tudo pode mudar: "Eu terei uma produção de testosterona, uma baixa do cortisol e vou me sentir mais à vontade até com a endorfina para enfrentar o desafio”.
     E para entender a pesquisa feita por Cuddy, transcrevo as palavras de Biderman(2012),
Para comprovar a tese, Amy Cuddy e seus colegas das universidades Harvard e Columbia mediram os níveis dos hormônios testosterona e cortisol de 42 pessoas que foram orientadas a ficar em posições expansivas ou contraídas (pernas e braços cruzados, ombros arqueados).
- Quem posou de poderoso teve aumento nos níveis de testosterona (ligado ao impulso de lutar) e queda nos de cortisol (ligado ao estresse). É o perfil hormonal do “macho alfa”, o líder do bando.
- Os voluntários não se exibiram para uma plateia e não sabiam que estavam participando de um estudo sobre posturas de poder. Os níveis dos hormônios na saliva dos pesquisados foram medidos antes do início do experimento e 17 minutos depois de a postura ter sido mantida por dois minutos.
- A influência no comportamento também foi medida: os voluntários receberam uma pequena quantia em dinheiro que podiam levar para casa ou apostar –nesse caso, arriscavam-se a perder tudo ou a ganhar em dobro.
- Entre os que se colocaram nas posturas de poder, 86% tiveram coragem de arriscar, contra 60% dos participantes que ficaram em posições mais encolhidas.
- Eles também fizeram um discurso para uma plateia que não sabia qual era o objetivo da pesquisa. O público avaliou melhor aqueles que, antes da apresentação, ficaram, por exemplo, com os pés esticados sobre a mesa ou com as mãos na cintura como a “Mulher Maravilha” (poses que não foram reproduzidas no discurso).
- “Mudando sua postura, você prepara seus sistemas mentais e psicológicos para enfrentar desafios e situações estressantes e pode aumentar sua confiança e melhorar seu desempenho”, diz Cuddy.

Referências:

BIDERMAN, Iara. Se você faz a pose, mesmo fingindo ganha poder, diz psicóloga. Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1158486-se-voce-faz-a-pose-mesmo-fingindo-ganha-poder-diz-psicologa.shtml
BRAGA, Ana Maria. O poder da postura: veja como usá-la de maneira que te favoreça e ostente poder. Disponível em http://tvg.globo.com/programas/mais-voce/O-programa/noticia/2012/10/o-poder-da-postura-veja-como-usa-la-de-maneira-que-te-favoreca-e-ostente-poder.html