segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Plasticidade cerebral

Uma das últimas investigações da neurociência demonstram
que o cérebro pode se regenerar mediante seu uso e potenciação.
A chave para alcançar o sucesso se chama:

“NEUROPLASTICIDADE”
que é moldar a mente, o cérebro, através de uma ou várias atividade(s).

    Plasticidade cerebral é a denominação das capacidades adaptativas do Sistema Nervoso central – sua habilidade para modificar sua organização estrutural própria e funcionamento. É a propriedade do sistema nervoso que permite o desenvolvimento de alterações estruturais em resposta à experiência, e como adaptação a condições mutantes e a estímulos repetidos.
    Há alguns anos admitia-se que o tecido cerebral não tinha capacidade regenerativa e que o cérebro era definido geneticamente, ou seja, possuía um programa genético fixo. No entanto, não era possível explicar o fato de pacientes com lesões severas obterem, com técnicas de terapia, a recuperação da função. O aumento do conhecimento sobre o cérebro mostrou que este é muito mais maleável do que até então se imaginava, modificando-se sob o efeito da experiência, das percepções, das ações e dos comportamentos
“A cada nova experiência do indivíduo, redes de neurônios são rearranjadas, outras tantas sinapses são reforçadas e múltiplas possibilidades de respostas ao ambiente tornam-se possíveis.” (Michael Merzenich)

  O pintor de 41 anos Huang Guofu, natural de Chongqing, na China, aprendeu a dominar o pincel com a boca e com o pé direito depois de ter perdido ambos os braços em um acidente de choque elétrico quando possuía apenas 4 anos de idade.
    O acidente, porém, não o impediu de seguir seus sonhos, e aos 12 anos, começou a pintar com os pés. O talentoso artista lembra que no início suas obras não se pareciam em nada com o que ele pretendia pintar, mas, como o passar dos anos, suas habilidades melhoraram consideravelmente.

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