Para a eficácia de uma aprendizagem pautada nos Quatro
Pilares da Educação (Delors,1999): “aprender a conhecer” , “aprender a fazer” ,
“aprender a ser” , os profissionais da
educação devem ter conhecimento dos
processos cerebrais, pois:
- Como ensinar “a conhecer” se nossos conhecimentos forem
limitados?
- Como ensinar “a fazer”, se desconhecemos os processos
que levam à aprendizagem?
- Como ensinar “a ser”, se nossa inteligência emocional se
mostra prejudicada?
- Como ensinar “a viver junto”, se desconhecemos que nem sempre
precisamos concordar ou discordar das situações, mas simplesmente compreender?
Ter conhecimento do funcionamento cerebral é entender
como o conhecimento humano vem a se organizar, de que forma as emoções
influenciam na aprendizagem, enfim postular aquilo que Sócrates já dizia: “Conhece-te
a ti mesmo”.
Como estamos na era da informação, o saber por si só não evidencia
que somos bons educadores (aliás, esta afirmativa pode se fazer presente em
qualquer profissão), o diferencial de hoje é justamente saber como transmitir o nosso saber, que
mecanismos utilizar para que a aprendizagem realmente seja eficaz, pois como
escrito antes, estamos na era da informação, mesmo o aluno com a menor idade
que tiver, ao vir para o mundo escolar, ele já traz muitas informações
agregadas a ele.
No entanto, existe algo a ser lembrado: “informação” não
é “conhecimento”. E esse é o grande diferencial do educador, ele não é um ser
somente de informação, mas ele sabe, ou deveria saber, “transmitir” o
conhecimento.

Nenhum comentário:
Postar um comentário