terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Ensinar e aprender...



Para a eficácia de uma aprendizagem pautada nos Quatro Pilares da Educação (Delors,1999): “aprender a conhecer” , “aprender a fazer” , “aprender a ser” , os profissionais da educação devem ter conhecimento  dos processos cerebrais, pois:
- Como ensinar “a conhecer” se nossos conhecimentos forem limitados?
- Como ensinar “a fazer”, se desconhecemos os processos que levam à aprendizagem?
- Como ensinar “a ser”, se nossa inteligência emocional se mostra prejudicada?
- Como ensinar “a viver junto”, se desconhecemos que nem sempre precisamos concordar ou discordar das situações, mas simplesmente compreender?
Ter conhecimento do funcionamento cerebral é entender como o conhecimento humano vem a se organizar, de que forma as emoções influenciam na aprendizagem, enfim postular aquilo que Sócrates já dizia: “Conhece-te a ti mesmo”.
Como estamos na era da informação, o saber por si só não evidencia que somos bons educadores (aliás, esta afirmativa pode se fazer presente em qualquer profissão), o diferencial de hoje é justamente saber como transmitir o nosso saber, que mecanismos utilizar para que a aprendizagem realmente seja eficaz, pois como escrito antes, estamos na era da informação, mesmo o aluno com a menor idade que tiver, ao vir para o mundo escolar, ele já traz muitas informações agregadas a ele.
No entanto, existe algo a ser lembrado: “informação” não é “conhecimento”. E esse é o grande diferencial do educador, ele não é um ser somente de informação, mas ele sabe, ou deveria saber, “transmitir” o conhecimento. 

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