Exercícios físicos – aumentam a quantidade de fatores neurotróficos[1]
que contribuem para estabilização das sinapses e para manutenção de memórias.
Alimentação – uma dieta balanceada, incluindo proteínas,
carboidratos, gorduras, sais minerais e vitaminas, possibilita o funcionamento
das células nervosas, a formação de sinapses e a formação de mielina, estrutura
que participa da condução das informações entre redes neurais.
- Problemas respiratórios que perturbam o sono, anemia que
reduz a oxigenação do neurônios, dificuldades auditivas e visuais não
facilmente detectadas, entre outros fatores, podem dificultar a aprendizagem.
Há outros fatores que também influenciam na aprendizagem: -
Aprendizes privados de material escolar adequado, de ambiente para estudo em
casa, de acesso a livros e jornais, de incentivo ou estímulo dos pais e/ou dos
professores, e pouco expostos a experiências sensoriais, perceptuais, motoras,
motivacionais e emocionais essenciais ao funcionamento e reorganização do
sistema nervoso, enfim tudo isso pode levar à não aprendizagem sem que
apresentem alguma alteração cerebral.
GUERRA/2011
[1] Fatores
neurotróficos são polipeptídicos que através de receptores específicos agem no:
- desenvolvimento; - sobrevivência; - manutenção de
neurônios.
- são essenciais para a sobrevivência do sistema nervoso
central e do periférico em desenvolvimento
- a classe de fatores neurotróficos mais conhecida é a das
neurotrofinas: quatro principais neurotrofinas foram isoladas de mamíferos:
- o NGF
(nerve growth factor)
- o BDNF
(brain-derived neurotrophic factor)
- a neurotrofina 3 (NT-3)
- a neurotrofina 4/5 (N 4,5)
Copray
et al., 2000


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