sexta-feira, 22 de março de 2013

Cérebro - máquina de aprender (parte 4)


    
  E no penúltimo bloco da reportagem Cérebro-Máquina de Aprender, apresentada pelo Jornal da Globo, foi a vez de falar do desempenho de atletas de alta performance...
Relatou a história dos Pilotos de Fórmula 1 onde alguns dizem ter a sensação de que diante a velocidade  percebem-se executando a ação como se estivessem em câmara lenta, oportunizando a si mesmos a capacidade de refletir sobre aquilo que poderiam fazer no determinado momento.
     Conforme saiu na reportagem: No Instituto de Neurociência Cognitiva da University College que foi feita uma pesquisa comprovando essa percepção de muitos atletas. O responsável pelo estudo é o neurocientista japonês Nobuhiro Hagura, que recebeu a equipe do Jornal da Globo no laboratório dele, na capital inglesa. Hagura diz que, com a ilusão de ver tudo em câmera lenta, fica mais fácil para o piloto profissional fazer a ultrapassagem, já que ele consegue processar com mais detalhes as informações que entram no cérebro dele. Há exercícios que intensificam ainda mais essa percepção, como o que o piloto Bruno Senna faz antes das corridas. Parece uma brincadeira boba, mas está longe disso.
     Também foi mostrado o projeto de Macaíba, cuja obra iniciou em 2010, mas desde 2007, já está em andamento o projeto Educação Para Toda Vida, para jovens de 10 a 15 anos, onde as aulas são administradas 2 horas semanalmente, e o currículo é totalmente prático, voltado aos conhecimentos de neurociências, que enfatiza que o cérebro aprende por associações. Este projeto conta com a participação de 1.500 alunos com aulas em laboratórios, oficinas de biologia, computação, ciências, robótica.
      Entretanto, neste novo projeto em construção: “A ideia é começar no pré-natal. Acompanha-se a mãe e a criança, cria-se um histórico, e aí a gente acompanha essa criança ao nascer até o final do Ensino Médio, agora em uma escola própria do Campus do Cérebro, onde as crianças vão poder ficar em tempo integral, desde o nascimento até o final do Ensino Médio” (Nicolelis)
Para o neurocientista, Miguel Nicolelis:
    “A escola tem que abrir a imaginação dessas crianças para o impossível. Elas têm que sonhar com o impossível, porque mesmo que elas não cheguem lá, o caminho para chegar ao impossível sempre vai dar lucro. Você sempre vai fazer alguma coisa que vale a pena”

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