sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Gestão Emocional Prática

       
http://bit.ly/1cofl6v

       Almejamos por melhores qualidade de vida, de ter ações que promovam isto e nos tornem melhores como seres humanos. No entanto, assim como muitos, venho de uma geração em que se pregava que aquilo que acontece no trabalho não poderia ser levado para casa e vice-versa...Nunca consegui  levar isso a risca, pois se sou a mesma pessoa como ter ações diferentes para determinados ambientes? No entanto me percebi, muitas vezes, como uma “Analfabeta Emocional”, cujo termo cunhado pelos autores Berrocal e Ramos (2001), o qual retrata o desconhecimento de coisas básicas sobre o que são as emoções, como elas funcionam, como influenciam a nossa vida em todas as áreas. Durante longos anos as emoções não fizeram parte do objeto de estudo das pessoas, muito menos do cotidiano público das mesmas...Demonstrar sentimentos aos outros era sinal de fraqueza... Contudo, com o “descortinar” das neurociências, as emoções começaram a merecer destaque, e iniciaram-se os estudos sobre a importância que elas têm em nossas vidas.
        Entretanto, entender teoricamente sobre emoções é um dos aspectos importantes, o outro é saber lidar coma as mesmas, percebê-las em nosso organismo e procurar da melhor forma administrá-las, pois quando lidamos com pessoas, lidamos conosco mesmo, com nossos anseios, frustrações, superações....Então,  precisamos ter consciência de que a emoção interfere no pensamento, da mesma forma que o pensamento pode interferir na emoção... imagine um professor que não tem controle emocional, interagindo com alunos; vendedor sem paciência para esperar o cliente fazer determinada escolha; advogado chorando cada vez que perdesse alguma causa...
      Há pouco tempo atrás optei pelo curso Despertamento. Simplesmente amei...pois o mesmo agregou valores à minha vida, trazendo qualidade de vida, proporcionando o entendimento de muitas situações das quais passamos no cotidiano. Poderia elencar vários tópicos interessantes do curso, mas o que de melhor aprendi foi a “Metacognição Emocional”, ou seja, pensar sobre o pensar de minhas emoções... e com isso agreguei valor à minha vida, pois tive várias mudanças significativas e se  transporto para o  cenário educativo, onde  as emoções afloram e muito, percebo que tenho muito mais habilidade de lidar com determinadas situações... Enfim, o equilíbrio emocional não apareceu do nada, ele foi resultado de um investimento pessoal que fiz ao optar por este curso, o qual só me trouxe benefícios e me tornei responsável por minhas próprias emoções.  
        E sabendo que o curso foi reformulado, complementado com novas abordagens, já deixei meu nome na lista de inscrição, quem sabe você se interesse também http://bit.ly/1cofl6v

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