segunda-feira, 21 de março de 2016

Neurociências na formação básica de professores

Estudos relacionados à Neurociência e Aprendizagem tem sido muito procurado pelo contexto educacional, entretanto há muito a ser estudado para que tenhamos maior compreensão de todo benefício que as neurociências podem trazer aos educadores. Conforme Leonor Guerra, em palestra proferida ao Instituto Ayrton Senna: - a procura pela neurociência é grande, mas se percebe que o professor não tem aplicado na prática os conhecimentos advindos destes estudos.
Nesse sentido, em 2015, escrevi o artigo “NEUROCIÊNCIAS NA FORMAÇÃO BÁSICA DE PROFESSORES”, que se encontra em avaliação para publicação. Neste, abordo a importância do conhecimento cientifico dentro das escolas e a principalmente na formação básica do professor, pois dessa forma, quando este iniciar suas atividades profissionais terá maior entendimento do funcionamento neurobiológico do ser humano.
A formação básica do professor, ao decorrer de muitos anos primava pela qualidade em ensinar como ensinar, ou seja, qual metodologia utilizar para proporcionar a aprendizagem do educando, mas pouco se aprendia sobre o que fazer quando o aluno não obtivesse a aquisição dos conteúdos. O processo de inclusão, as mudanças tecnológicas, o maior acesso aos indivíduos ao contexto escolar trouxeram diversidade à educação, então se ocorreram períodos históricos onde o professor precisava se preocupar somente com os alunos que aprendiam e qual metodologia empregaria para ensinar aos mesmos, nos dias atuais isso parece “contos da carochinha”, a diversidade trouxe a necessidade de aprimoramento da prática pedagógica.
Como forma de contribuir com a Semana do Cérebro[1] apresentei estas discussões na V SEMANA NACIONAL DO CÉREBRO, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, cujos slides dos tópicos abordados estão disponibilizados abaixo...



[1]A SEMANA DO CÉREBRO é uma iniciativa da Dana Foundation (http://www.dana.org/BAW/) que, no Brasil, está sob a coordenação da SBNeC. É direcionada ao público em geral e vem sendo seguida por vários países há mais de duas décadas. O objetivo é criar uma cultura de divulgação da neurociência e sua interface com educação, arte, comportamento e emoção, alimentação, qualidade de vida, exercício físico, economia, psicofármacos, envelhecimento, além de doenças neurológicas, transtornos psiquiátricos, entre outros. Durante sete dias, em diversos pontos do planeta, esses conhecimentos estarão sendo difundidos através de palestras, debates, exposições, em todo tipo de espaço, como escolas, museus, clubes e universidades.