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sábado, 11 de maio de 2013

A ciência da leitura


    A Ciência da Leitura é um verdadeiro manual para qualquer profissional que atua na educação, abrange uma vasta variedade de assuntos, recentes e com estudos de neuroimagem em dislexia e aquisição de leitura. O entendimento de transtornos relacionados à leitura, tais como a dislexia são marcas mais predominantes nesta obra. Repleto de exemplos e explicações neurocientíficas a leitura deste livro quase que se torna obrigatória para aqueles que atuam diretamente no processo de alfabetização de crianças ou fazem processos de intervenções.
      Muitos estudos relacionados à compreensão da leitura foram realizados há um século, sendo que várias questões abordadas neste livro, mostram-se como novidade uma vez que trazem estudos pautados em imageamento cerebral, análise da genética molecular dos transtornos de leitura e modelos computacionais de diferentes aspectos do processo de leitura.
      O livro caracteriza-se pela abordagem de sete temáticas fundamentais, subdivididas em interessantes capítulos:

- Processos de reconhecimento de palavras na leitura
Reconhecer palavras é a base da leitura, entretanto nem todos conseguem fazer isto com êxito. Existem leituras eficientes e outras ineficientes, ler envolve recuperar informações sobre a forma falada e o significado da palavra a partir de sua forma escrita, ou seja, ter acesso às informações armazenadas na memória.

 - Aprendendo a ler e a escrever
Num mundo totalmente letrado talvez poucos pararam para pensar o quão é difícil aprender o processo de ler, quantos mecanismos são necessários para se ter excelência na leitura. Aprender a ler não é uma questão simples, envolve a decodificação de um código que por sua vez mapeia a linguagem falada sobre a linguagem escrita.
Entretanto, o ato de ler não inicia na escola ele tem preditores fundamentais que são a sensibilidade parental e a alfabetização doméstica. Os pais que são sensíveis às habilidades linguísticas emergentes de seus filhos usam técnicas de alavancagem para gerar vocabulário. Crianças de lares letrados tendem a ter bom conhecimento linguístico, além de bom conhecimento da escrita, preditores importantes da sua compreensão na leitura. Crianças que já vem para a escola com esses pressupostos básicos estão mais preparadas para aprender a ler.
Tornar-se letrado tem um grande impacto nas habilidades metalinguísticas. O letramento alfabético promove o desenvolvimento da consciência fonêmica, facilita o desenvolvimento da memória de curta duração e da repetição de não palavras, talvez por incentivar a atenção à estrutura fonêmica da fala.
Aprender a ler é uma busca complexa e envolve um longo caminho de compreensão científica desse processo.

- Compreensão da leitura
De que modo começamos a entender a maneira como a mente representa os significados transmitidos pela  linguagem, seja ela escrita ou falada?
Uma proporção significativa de crianças apresenta déficits específicos no desenvolvimento de habilidades de compreensão da leitura. Apesar de terem habilidades de decodificação adequadas para sua idade, apresentam déficits específicos na compreensão de textos. Qual o papel da memória de trabalho na compreensão textual? Como as pessoas adquirem a habilidade de compreender o que leem?  

- Leitura em diferentes línguas
Será que quem lê chinês tem dislexia? De que forma se dá a leitura no mundo oriental? Durante muitos anos, acreditou-se que aprender a ler em chinês era muito diferente de aprender a ler em um sistema alfabético. Todavia ao contrário do que se pensava, os caracteres chineses transmitem informações sobre sua pronuncia. A maioria dos caracteres em chinês (por volta de 80%) é formada por um componente radical (que está relacionado com seu significado) e um componente fonético (que fornece informações sobre o seu som). Apesar do conhecimento sobre a dislexia em chinês se encontrar em um estado ainda não bem documentado, há indicadores apontando que há uma proporção relativamente baixa de crianças chinesas descritas como disléxicas.

- Transtornos da leitura e da escrita
Estudos realizados a partir do século XIX vêm demonstrando que após uma lesão cerebral, alguns indivíduos perdem em graus variados e de várias maneiras suas habilidades antes fluentes de leitura e escrita. Conhecer estes possíveis transtornos de leitura e escrita, saber propor alternativas de melhorias para indivíduos com tais déficits é a proposta deste capítulo.

- As bases biológicas da leitura
Sendo considerado um acontecimento muito recente na espécie humana, a leitura depende de mecanismos cerebrais e o desenvolvimento desses mecanismos, que por sua vez são influenciados por mecanismos genéticos. Por exemplo, em estudos realizados sobre a leitura de pessoas com dislexia, SNOWLING & HULME(2013) nos dizem que a leitura no cérebro disléxico parece envolver áreas semelhantes às atividades em disléxicos, particularmente em determinadas regiões dos lobos frontal/temporal esquerdo. Mais uma vez, um desafio importante é relacionar essas diferenças em padrões de ativação cerebral com os modelos cognitivos da leitura e da dislexia e relacionar as diferenças genéticas com variações no funcionamento cerebral e, assim, com explicações cognitivas sobre como lemos e o que dá errado em transtornos da leitura como a dislexia.

- Ensino de leitura
“Se entendermos como as pessoas leem, e como essa habilidade se desenvolve, isso certamente terá implicações importantes para as melhores maneiras de ensinar as pessoas a ler.” (SNOWLING & HULME, 2013)
Sem esquecer a busca do significado da palavra lida, pesquisadores, tais como Snow e Juel defendem com firmeza a necessidade de ensinar as crianças explicitamente as correspondências entre as letras e os sons na leitura. O uso de instrução explícita em consciência fonêmica e estratégias de decodificação de base fonêmica,  gera grandes melhoras na precisão da leitura em crianças com dislexia. Os autores colocam que sabemos muito sobre como ensinar crianças de desenvolvimento típico a ler e como ajudar criança com dislexia a superar suas dificuldades, entretanto precisamos ir além, precisamos colocar em prática nossos conhecimentos.

        Os tópicos abordados foram breves pinceladas do que esta obra nos apresenta. Entender os mecanismos da leitura é fator primordial para aqueles que atuam no campo educacional, pois a base da escola é a leitura. Como educadores devemos primar pela excelência em nossos métodos de ensino, bem como no métodos de aprendizagens dos alunos. Então, para torná-los melhores leitores, devemos ter o entendimento de todo este aparato que está por trás do ato de ler, devemos primar pelo conhecimento advindo desta nova etapa construída através dos estudos de neuroimageamento, que são recentes e trazem novos temas para esta área. 
           Fica a dica: Vale a pena dar uma passadinha lá no Grupo A e adquirir esta obra.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Dislexia: Como Suspeitar e Identificar Precocemente o Transtorno na Escola


         A identificação precoce de um possível ou suposto quadro de dislexia no ambiente escolar, sensibiliza os profissionais da educação ao exercício de um novo olhar: “olhar” mais cuidadoso, criterioso, investigativo e com mais participação na vida escolar dessa criança.
      O diagnóstico que envolve a exclusão de outras condições e dificuldade por parte da criança, deve voltar-se para uma serie de sinais e sintomas muito peculiares, que podem sugerir a suspeita e levar a busca de profissionais especializados para tal diagnóstico.
         Neste contexto, é difícil estabelecer critérios precoces para esta identificação, pois acompanhar o desempenho evolutivo de uma criança é um dos marcadores para inferir inadequações neste desenvolvimento. Sabemos que podem surgir atrasos no desenvolvimento motor e linguístico, inadequações nas fases desse desenvolvimento e superação delas em ambiente familiar estimulador ou não, além de outros fatores que possam implicar direta ou indiretamente no desempenho formal do aprendizado de leitura e escrita.
       Estabelecer estratégias e metas novas e eficazes para que crianças desenvolvam o mais correto possível suas habilidades sensoriais e motoras para atingir o contexto formal escolar, sem grandes atribulações é fundamental já que, qualquer aprendizado pedagógico passa pela aprendizagem informal, aprendizado esse que depende do ambiente, da família, da sociedade e das particularidades individuais de cada ser.
       Aprender é algo único, e neste aspecto devemos valorizar as pequenas e altas habilidades, pois deste modo, precocemente perceberemos aqueles com mais habilidades para raciocínio, cálculo, e aqueles com habilidades mais linguísticas e assim, facilitamos sua integração no contexto pedagógico formal.
             Os processos cognitivos que resultam em aquisição do processo de leitura e escrita formam uma base, como apresentaremos:
(1) Conhecimento de (leitura) e (nome) dessas letras:
 É importante que esse conhecimento não venha de uma sequência automática de memória do abecedário e sim de conhecimento e reconhecimento de grafemas e o nome que esses grafemas possuem.
2) Consciência Fonológica:
Envolve a habilidade em que a criança aprende a ouvir com o Ouvido Neurológico, associando sons e letras e com essas transposições entre os sinais auditivos corresponder-se a símbolos gráficos, oriundos das unidades articulatórios da fala.
(3) Aptidões da Fala e Linguagem:
Direciona a criança para dentro de um processo de aprendizagem formal, e através dele podemos entender que, quando uma criança está na escola, ela já adquiriu a fala (oralidade), já possui uma estrutura linguística oral, e a partir deste processo adquirido irá construir um novo processo: a escrita, e em conseqüência, a leitura.
Quando esta criança não tem uma boa estrutura de linguagem oral que comporte uma estrutura textual, dificilmente conseguirá fazê-lo dentro de uma estrutura na escrita. Quando apresenta uma oralidade contaminada por substituições e omissões, essas trocas aparecerão no processo de aquisição da escrita, é necessário verificar suas estruturas anteriores (pré-requisitos) para que a possibilidade de transpor para leitura e escrita esteja adequada.
(4) Atenção Sustentada:
     Nascemos com uma atenção automática que é uma resposta aos estímulos e estes provocam essa atenção para uma resposta a estímulos fortes, com grande intensidade, e estes fazem seus registros de automatismo. É essa atenção que persiste na criança durante o aprendizado informal.
     Para integrarmos ao aprendizado formal (pedagógico) precisamos da extensão desta atenção voluntária, escolher o que queremos focar, saber relacionar com a situação e contexto escolar. Mais do que isso, se faz necessário uma sustentação para este foco, que é uma habilidade que depende da maturação do lobo frontal, de uma maturação neurológica, que depende de muito treino, adaptação, adequação, e intensa participação da criança.
   Esta atenção sustentada é que mantém as zonas de associação com a atenção auditiva para o aprendizado, possibilitando a retenção, ou seja, a consolidação do conhecimento. Deste modo podemos compreender a necessidade e importância do treino dessa habilidade (talvez a que mais necessite de treino) na primeira infância (no ensino infantil pré-requisitos ligados a fase sensório-motor).
(5) Memória Operacional
        Esta memória é que nos conduz a memória de trabalho, ou seja, é necessário muito treino com a memória operacional no período da aprendizagem informal para que através das habilidades exercitadas da criança, ela possa seguir para aprendizagem estrutural e assimilar o significado e significante dos símbolos sonoros. Essa correspondência se transformará em imagens mentais abstratas e concretas, em nomeação, relações de fatos com sons para que efetive as relações de oralidade e imagens (codificar e decodificar), estabelecendo significado ao que se aprende.
        Neste processo complexo, a maturação neurológica, as zonas de aprendizado e as relações nas áreas frontotemporais são essenciais: a memória auditiva de curto prazo relacionando-se com muitas associações para que a memória de longo prazo efetive o conhecimento e dê seguimento ás próximas etapas linguísticas.

Das Dificuldades:
Como entender: os DIS? Dislexia, Disortografia, Disgrafia, Discalculia...Para cada hipótese, temos um entendimento neurológico e evolutivo de cada expressão e seu respectivo significado:
1)  Dislexia:
É a incapacidade de processar o conceito de codificar e decodificar a unidade sonora em unidades gráficas, (forma de grafemas) com capacidade cognitiva preservada (nível de inteligência normal). Os disléxicos têm capacidade para aprender todas as funções sociais e até altas habilidades, desde que, bem diagnosticado, seja trabalhado em suas áreas corticais favoráveis e com estratégias e intervenções adequadas. Essa intervenções devem valorizar suas funções viso-motoras, imagens com significado e significante associados a ritmo e memória visual auxiliando sua memória auditiva, para que desenvolva a capacidade por outras rotas (sabido que sua rota fonológica é prejudicada).


2)  Disortografia:

Definimos como disortografia, os erros na transformação do som no símbolo gráfico que lhe corresponde. Nem sempre a disortografia faz parte da dislexia e pode surgir nos transtornos ligados á má alfabetização, na dificuldade de atenção sustentada aos sons, na memória auditiva de curto prazo (Déficit de Atenção) e também nas dificuldades visuais que podem interferir na escrita. Quando não estão co-morbidas à Dislexia, o prognóstico é melhor.

3)  Disgrafia:

Não se pode confundi-la ou compará-la com disortografia, pois a disgrafia tem características próprias. A criança com disgrafia apresenta uma escrita ilegível decorrente de dificuldades no ato motor de escrever, alterações na coordenação motora fina, ritmo, e velocidade do movimento, sugerindo um transtorno práxico motor (psicomotricidade fina e visual alteradas).

4)  Discalculia:

A Discalculia do desenvolvimento é uma dificuldade em aprender matemática, com falhas para adquirir adequada proficiência neste domínio cognitivo, a despeito de inteligência normal, oportunidade escolar, estabilidade emocional e motivação. Não é causada por nenhuma deficiência mental, déficits auditivos e nem pela má escolarização. As crianças que apresentam esse tipo de dificuldade realmente não conseguem entender o que está sendo pedido nos problemas propostos pela professora. Não conseguem descobrir a operação pedida no problema: somar, diminuir, multiplicar ou dividir. Além disso, é muito difícil para elas entenderem as relações de quantidade, ordem, espaço, distância e tamanho. Aproximadamente de 3 a 6% das crianças em idade escolar tem discalculia do desenvolvimento (dados da Academia Americana de Psiquiatria). De um modo geral, o prognóstico das crianças com discalculia é melhor do que as crianças com dislexia, ou pelo menos, elas tem sucesso em outras atividades que não dependam desta área de calculo numérico.



Todo trabalho escolar, da vida acadêmica de uma criança deve ser investigado precocemente, desde seus primeiros momentos em berçários, creches, escolas infantis, pois a detecção de falhas ou inabilidade no seu D.N.P.M. (desenvolvimento neuropsicomotor) será precioso para atendê-la melhor, até seu inicio ao ensino formal, respeitando seu ritmo, mas oferecendo-lhe oportunidade de uma boa intervenção, caso descubra-se precocemente esta falha ou incapacidade.
O pré-diagnóstico no âmbito escolar é excelente para o aluno, para a  escola, para os pais e a sociedade, onde não se atropela o desenvolvimento e nem permite más condutas com gastos desnecessários no futuro.
Todos devem participar desse novo olhar: professores, direção de escola, pais, psicopedagogos, e outros profissionais envolvidos direta ou indiretamente na alfabetização.


Lana Cristina de Paula Bianchi- Fonoaudióloga, Pedagoga, Psicopedagoga, Atuaçao em Neurociencias em Crianças e Adultos na FAMERP- FUNFARME- Sao Jose Rio Preto- SP- Especialista em linguagem no Projeto Gato de Botas- Disturbios de Aprendizagem; www.projetogatodebotas.org.br; CRFa: 2907- 1982- PUCC- Campinas-SP- Profa na Disciplina de Psicologia-UNILAGO- São Jose Rio Preto-SP- Linguagem e Cogniçao- 2010- Orientadora em monografias no curso de pos-graduaçao de Psicopedagogia- Famerp- 2010- Campo de pesquisa: Linguagem infantil e adulto-

Vera Lucia de Siqueira Mietto, Fonoaudióloga, Psicopedagoga, Neuropedagoga e Tutora EAD do www.chafic.com.br e www.ceitec.com.br  em Neurociencias, Dislexia e TDAH e docente da UNICEAD na pós graduação de Monte Claros-MG.



Referências  bibliográficas:

 “Leitura, Escrita e Dislexia” – Uma análise cognitiva – Andrew W. Ellis – 2ª edição – Editora Artmed

“Entendendo a Dislexia” – Um novo e completo programa para todos os níveis de problemas de leitura – Salley Shaywitz – Reimpressão 2006 – Editora Artmed

“Dificuldades de Aprendizagem” – detecção e estratégias de ajuda – Ana Maria Salgado Gomez
Nora Espinosa Tenan
Edição Mmix

“Transtornos de aprendizagem – Abordagem neurológica e multidisciplinar”
Newra Rotta
Lígia Ohhweiler
Rudimar dos Santos Riesgo
Ed Artimed, 2006

 “Dislexias”
Arrne Van Hout
Françoise Estiene
Ed Arttimed, Porto Alegre, 2001

“Neurociência Aplicada à  Aprendizagem”
Telma Pântano
Jaime Zorzi
Ed Pulso, São José dos Campos. 2009

Sites:

www.lerecompreender.com.br/palestras.asp- Dislexia: Como Suspeitar e Identificar Precocemente o Transtorno na Escola”,2010
www.pedagogia.com.br/artigos/neurocienciaaeducacao




terça-feira, 22 de maio de 2012

Pesquisando sobre o cérebro - 6

3.4 LOBOS CEREBRAIS
4. LOBO OCCIPITAL
Imagem:  http://www.cgtrader.com/3D-models/Science-Medical/Brain-with-Eyes-in-a-Human-Head.html
O lobo occipital situa-se posteriormente à linha imaginária que vai do sulco parieto-occipital à incisura pré-occipital, ou seja, na parte inferior do cérebro(nuca) Conhecido por córtex visual uma vez que processa o estímulos visuais. Sua função relaciona-se à visão. A área visual comunica com outras áreas cerebrais que dão assim significado ao que estamos a ver tendo em conta a nossa experiencia passada e as nossas expectativas. Isto faz com que um objeto seja percepcionando de maneira diferente por diferentes sujeitos.

Conforme SILVA(2012), as lesões no lobo occipital podem ocasionar, entre outras, algumas das alterações abaixo:
a)    alucinações visuais
b)    dislexia
c)    agnosia visual ( incapacidade de reconhecer, pela visão, objetos e/ou pessoas e/ou estímulos e/ou coisas que antes conhecia).
d)    cegueira cortical  ( incapacidade de ver por defeito cerebral; pode ter inclusive olhos perfeitos). 


Kapczinski(2011,p.27) também apresenta os mesmos tópicos que SILVA (2012), ao referir-se aos lobos occipitais:
    São os únicos lobos aos quais podem ser  atribuídas funções específicas (visão da cor, do movimento, da profundidade, da distância).Apresentam como principais estruturas as áreas visuais (primária e secundária). Lesão nessa área pode levar a cegueira, alucinações, inabilidade em ver cores e sinestesia.

Fontes: 
KAPCZINSKI, QUEVEDO, IZQUIERDO & COLLS. Bases Biológicas dos Transtornos Psiquiátricos. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2011.
SILVA, Cléber R. A. Aspectos Funcionais do Sistema Nervoso. Novo Hamburgo, Feevale, 2012