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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Você sonha com quê?



      As experiências sugerem que, à medida que a noite vai passando, nossos sonhos passam a tratar cada vez mais de assuntos do nosso passado, atingindo até a meninice e a primeira infância. Ao mesmo tempo, o processo primário e o conteúdo emocional do sonho também aumentam. Somos muito mais propensos a sonhar com as paixões do berço imediatamente antes de acordar do que logo após adormecer. É como se a integração da experiência do dia em nossa memória, o ato de forjar novas ligações neurais, constituísse ou uma tarefa mais fácil ou mais presente. À medida que a noite passa, e essa função é satisfeita, surgem os sonhos de conteúdo mais afetivo, os assuntos mais bizarros, os medos e desejos e outras emoções internas do material onírico. Tarde  da noite, quando a quietude é total  e os sonhos obrigatórios já foram sonhados, as gazelas e os dragões começaram a se mover.
         [..]
    Foram realizados estudos estatísticos sobre os tipos mais comuns de sonhos - estudos, que pelo menos até certo ponto, esclareceram a natureza dos sonhos. Em uma pesquisa entre estudantes universitários, eis os seguintes tipos mais frequentes de sonhos, pela ordem: (1) queda; (2) estar sendo perseguido ou atacado; (3) tentar repetidamente executar uma tarefa, sem sucesso; (4) diversas experiências acadêmicas de aprendizado; e (5) diversas experiências sexuais. O número 4 parece relacionar-se particularmente ao grupo tomado como amostra. Os outros, encontrados realmente nas vidas dos estudantes, provavelmente têm explicação geral, mesmo no caso de pessoas que não estudam.
       E SE VOCÊ TIVESSE PARTICIPADO DESTA PESQUISA, QUAL SERIA SEU TIPO MAIS COMUM DE SONHO?

Fonte:
SAGAN, Carl. Os Dragões do Éden.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Ritmo circadiano



     O sono é essencial para uma vida saudável. Ele ajuda o nosso corpo e nosso cérebro a se reorganizarem, a fim de que funcionem da melhor maneira possível. Ritmos biológicos com período de recorrência de aproximadamente 24 horas são designados de ritmos circadianos, por exemplo, a concentração de cortisol (um hormônio diretamente envolvido na resposta ao estresseapresenta pico nas primeiras horas da manhã e cai ao longo do dia. Algumas indicações recentes sugerem que o pensamento é mais aguçado e a memória mais acurada quando as pessoas estão no pique diário do ritmo circadiano.
    Este termo provém da designação em Latim "circa diem", que significa "cerca de um dia". Sabe-se que os ciclos circadianos são controlados em sua maioria, nos mamíferos, nos núcleos supraquiasmáticos, localizado no hipotálamo na base do cérebro e acima das glândulas pituitárias, sendo que uma das funções deste sistema é o ajuste do relógio biológico, controlando o sono e o apetite. A integração desse sistema neuroendócrino é mediada pela melatonina - hormônio secretado pela glândula pineal - que aumenta a tendência ao sono e indica ao cérebro o conceito de noite, de escuridão.
      

     Os ritmos circadianos, que são essencialmente o seu "relógio do sono," são mudanças físicas, mentais e comportamentais - respondendo a escuridão, a luz e a melatonina. O relógio funciona corretamente em sua maioria por conta própria, mas às vezes pode ser afetado por eventos externos.

Luz: atingindo nossos olhos ela modifica o nosso ciclo de sono e / ou nos acorda. Isto  porque nossos cérebros são “experts” em perceber que o dia está clareando e que não devemos mais dormir. Manter as cortinas abertas à noite é uma ótima maneira de ter a claridade entrando pela manhã e ajudar a despertar o seu cérebro antes mesmo de seu despertador tocar.

Escuridão: O hipotálamo produz uma onda de melatonina ao anoitecer - esse hormônio promove sonolência. É por isso que é difícil para a maioria das pessoas ficarem acordadas após determinados horários da noite, apesar de seus melhores esforços. Por isso, devem-se evitar aparelhos eletrônicos antes de dormir, manter a televisão ligada enquanto você dorme, pois mesmo dormindo registramos essa quantidade de luz, o que pode causar alteração no nosso ciclo de sono.
Imagem: Livro Psico A- Editora McGrawHill


FUNÇÕES DO SONHO  

Teoria da restauração – o corpo se cansa durante o dia e o sono é necessário para recuperá-lo
Teoria da preservação e da proteção – o sono surge na evolução para preservar energia e proteger durante o dia, quando existe pouca conveniência (para dormir) e considerável perigo.

CICLOS DE SONO

    Durante a noite do seu corpo passa por vários ciclos de sono diferentes. Se esses ciclos são interrompidos, você pode acordar sentindo muito lento. A cada 90 minutos ou 100 minutos, passamos por um ciclo de cinco etapas distintas do sono.

Estágio 1: Esta é a fase do sono mais leve. É caracterizada por músculos relaxados e queda da temperatura corporal. A transição ocorre geralmente por cerca de 5 minutos. Aqui, você pode muito facilmente ser despertado, pois é um estado leve.
     Em um eletroencefalograma, que mede a atividade elétrica no cérebro, as ondas cerebrais desaceleram para cerca de 4-7 ciclos por segundo. Durante esse sono leve, que dura cerca de 2 minutos, pode-se experimentar imagens fantásticas (alucinações) e experiências sensoriais que ocorrem sem estimulo sensorial. E muitas vezes podem sentir-se a sensação de queda (sacudidela brusca) ou flutuar sem peso.
Caracterizado por ondas cerebrais rápidas de baixa amplitude 

Estágio 2: Nesta fase, o seu batimento cardíaco e respiração desaceleram dramaticamente. Este estágio pode durar de 10 a 25 minutos, mas as pessoas gastam metade do tempo total de sono neste estado.
    Testes de EEG exibem ondas chamadas de "complexos K"(ondas bifásicas que pode ser espontâneas ou relacionar-se com as relações de despertar) que ajudam a suprimir a excitação para que não sejamos facilmente despertados pensando que estamos em perigo simplesmente por ouvir o ventilador oscilar no quarto.
 Padrões de ondas mais lentas e regulares
Fusos do sono

Estágio 3: Esse estágio só aprofunda a sua resposta para o mundo exterior. O hormônio de crescimento é liberado também durante esta fase para ajudar na reconstrução de lesão muscular e dos tecidos. É por isso que é muito importante ser capaz de alcançar este nível de sono.
    Testes de EEG mostram-se muito lentos, grandes ondas cerebrais que indicam desaceleração pulso e pressão arterial caindo significativamente. Seu corpo apresenta-se mais frio durante esta fase.
 Picos mais altos e vales mais baixos das ondas

Estágio 4: Dura cerca de 40 minutos. É a fase onde o sono é muito profundo.
Padrão de onda mais lento e regular
Menos receptivo a estímulos externos

Estágio 5 - REM (ou movimento rápido dos olhos): Esta etapa é mais comumente conhecida e discutida, porque a maioria das pessoas sonha durante o sono REM . É o mais profundo  ciclo ocorrendo por  cerca de 3-5 vezes por noite, com a duração aproximadamente de 1,5 horas. Mas, ao contrário do sono do Estágio 1, o sono REM é um tempo em que o coração acelera, a respiração se torna mais rápida e irregular e a cada meio minuto (ou por aí) os olhos se movimentam de um lado para outro, num acesso momentâneo de atividade, por trás das pálpebras fechadas. Durante o sono REM, os órgãos genitais se tornam excitados.(Ex. ereção matinal). Embora o córtex motor do cérebro esteja ativado durante o sono REM, a base do cérebro bloqueia suas mensagens, deixando os músculos relaxados...tão relaxados, que exceto pelo movimento ocasional de um dedo do pé ou uma contração facial, você fica essencialmente paralisado. Além disso, não pode ser despertado com facilidade. Ao contrário das imagens fugazes do sonho do Estágio 1, os sonhos do sono REM costumam ser emocionais e em geral são como uma história.
     A medida que a noite passa, esse ciclo de sono se repete a cada 90 minutos mais ou menos.de sono paradoxal; por dentro, o corpo está excitado, enquanto por fora parece calmo.
       As pessoas que dizem que nunca sonham na verdade passam cerca de 600 horas por ano experimentando em torno de 1500 sonhos, ou mais de 100.000 sonhos durante uma vida típica...sonhos de que quase nunca se lembram.
      A maioria das pessoas acorda grogue ou cansada, se não conseguir o sono REM  suficiente. Insônia, estresse ou exercer atividades noturnas podem afetar a quantidade de sono REM.

Imagem: Livro Psico A- Editora McGrawHill
     Se você não está dormindo o suficiente, isso pode ter um impacto importante sobre o cérebro durante o resto do dia. Estudos recentes têm mostrado que, embora a média das pessoas seja dormir sete horas por noite, dormir menos de oito horas pode realmente diminuir o raciocínio de uma pessoa, no dia seguinte.

      Em cima disso, os ciclos de sono perturbados podem prejudicar a memória e aumentar os níveis de estresse - perda de sono pode resultar em níveis cronicamente elevados de cortisol, que também está presente nas pessoas que sofrem de depressão grave e estresse pós-traumático. Altos níveis de cortisol afetam o lobo temporal, que por sua vez afeta a aprendizagem e a memória.

      É melhor manter um sono regular e ciclo de vigília da melhor forma possível. Se você tiver que alterar o seu ritmo circadiano natural, se você trabalha no turno da noite, por exemplo, você deve se expor a luzes durante a noite e usar óculos de sol para o trabalho, a fim de "enganar" seu corpo para mudar o ciclo.

       Infelizmente, as questões relativas a problemas de sono ocorrem em milhões de pessoas de todas as idades. É por isso que é importante aprender sobre os ciclos de sono e  tentar melhorar nossas noites de sono. Nossos corpos necessitam de descanso...

Bibliografia:

GRIGGS, Richard. Psicologia uma abordagem concisa. POA: Artemd, 2009
RENNER,Tanya.  Psico A. Porto Alegre, McGrawHill, 2012

domingo, 20 de janeiro de 2013

Sonhos, Freud e Neurociências

Imagem: Ciência Hoje

 Numa época em que a fisiologia do sono e sonhos era desconhecida, Freud utilizando-se da interpretação psicanalítica teorizou  que os sonhos refletiam a experiência inconsciente e era um guardião do sono. Para ele, os desejos reprimidos são, particularmente, aqueles associados ao sexo e à hostilidade, os quais eram liberados nos sonhos quando a consciência era diminuída.
Fraga (2010) cita que um dos maiores responsáveis no Brasil por pesquisas nessa área é o neurocientista Sidarta Ribeiro[1]. Ele e outros pesquisadores desenvolvem estudos que seguem uma linha da neurociência cujas conclusões contrariam as convicções de muitos cientistas: Freud estava certo, afinal!
Imagem: Istoé

Ele dizia, por exemplo, que sonhos representam a satisfação de desejos. “Na linguagem da neurociência, isso significaria que sonhos concatenam fragmentos de memórias de forma a simular expectativas futuras de recompensa e punição mediadas por dopamina”, explica Ribeiro. “Tudo indica que o sonho tem a função de simular comportamentos – tanto os que levam a recompensa (os bons) como os que levam a punição (os pesadelos). Portanto, sua função seria evitar ações que resultem em punição e procurar aquelas que levam à satisfação do desejo.” “Hoje sabemos que a reverberação das memórias, que Freud chamava de ‘restos’ do dia, acontece durante o sono profundo. Durante o sono REM, quando os sonhos acontecem, são ativados os genes que promovem a fixação das memórias”, diz Sidarta. Somente agora, no entanto, com os progressos da neurociência, compreende-se muito mais seu papel real na vida cotidiana – a prática e a emocional.
Imagem: Istoé

Para entender como isso acontece, percebe-se por meio de eletroencefalogramas que durante o sono a atividade cerebral não se mantém constante. Ondas cerebrais lentas são sucedidas por curtos períodos de ondas mais aceleradas, acompanhadas por rápidos movimentos involuntários dos olhos. É o chamado sono REM (do inglês “movimento rápido dos olhos”). Constatou-se, posteriormente, que, durante esse período mais agitado, o fluxo sanguíneo cerebral se intensifica e uma série de imagens toma conta do cérebro. É o nascimento dos sonhos. A fixação de memórias acontece quando as memórias de curta duração, armazenadas no hipocampo, são transpostas para o córtex cerebral, região mais exterior, onde são armazenadas as memórias de longa duração.
Imagem: Istoé

Cheniaux(2006) traz um recorte interessante sobre os sonhos,
Segundo Francis Crick - ganhador do prêmio Nobel por suas pesquisas sobre o DNA - e Graeme Mitchison36, sonhamos não com as memórias que estão sendo consolidadas, mas com aquelas que estão sendo apagadas. Para eles, o sono REM é necessário para a eliminação de informações erradas ou inúteis armazenadas no cérebro. O sonho seria um reflexo de um processo de aprendizagem reversa, no qual determinadas sinapses são enfraquecidas. Embora esta formulação não tenha recebido muito apoio nos meios acadêmicos, ela é frequentemente citada e parece ser coerente com o fato de os sonhos retratarem eventos bizarros ou irreais, os quais precisariam ser eliminados da memória.
Nesse sentido, o neurologista Flávio Alóe diz que "O sonho serve para depurar a emoção negativa recente. É como se você limpasse o seu HD para sofrer menos durante o dia. Já os pesadelos são sonhos que provocam sensação de impotência diante de ameaças de sobrevivência, segurança pessoal ou autoestima. Com sequências temporais semelhantes à realidade, eles se confundem com esta, tornam-se perturbadores e terminam com o despertar consciente e com emoções negativas como ansiedade, medo, raiva, vergonha e nojo, que permanecem na memória. Também podem ser acompanhados de taquicardia, respiração ofegante, sudorese ou ereção". Porém, noites cortadas por pesadelos prejudicam o sono REM, essencial para regular funções como criatividade e memória.

Segundo a revista  QUANTA as descobertas sobre o sono também arremetem a algumas situações que ocorrem na escola...

"Sonho e escola"

Na educação, as descobertas sobre sono, sonho e aprendizado têm implicações importantes. “O sono deve ser visto como algo relevante para os alunos, e não como um mero problema de disciplina”,  diz Fernando Louzada, neurocientista da Universidade Federal do Paraná. Ou seja, quando um aluno dormir na aula, o professor deve lembrar que isso não é necessariamente falta de interesse.

Um dos problemas é que as aulas começam muito cedo e não respeitam o ritmo biológico dos jovens. Embora entre os cientistas isso seja um consenso, o horário das aulas nas escolas não mudou. A principal dificuldade é reorganizar o horário de forma que seja bom para todo mundo: escolas, alunos e professores. “Mas poderia começar pelo menos um pouco mais tarde, pois o horário das 7h afeta até os pequenos. Os mais prejudicados, porém, são os alunos que têm dificuldades”, alerta Fernando.

Além disso, é importante perceber que o bom sono não serve só para manter os alunos atentos no dia seguinte durante as aulas, mas também para consolidar o que se aprendeu na aula do dia anterior. “A falta de sono na noite anterior pode fazer com que o aluno não aprenda direito. Se ele dormir mal no dia seguinte, porém, ele vai aprender, mas seu aprendizado será menos flexível”, explica Paula Tiba. “Em laboratório, observamos que ratos aprendem a se localizar em um labirinto, mas dormem mal no dia seguinte, fazem sempre o mesmo caminho. Se você bloquear esse caminho, ele tem dificuldade em achar uma alternativa.” Dormindo bem e sonhando, o cérebro reativa redes neurais ativadas durante o dia e transforma memórias de curto prazo em longo prazo, que poderão ser utilizadas depois, aproveitando ao máximo as informações.

Quando o sono é irresistível, uma alternativa para muitos alunos pode ser a sesta. “Uma dormida rápida tem um papel reparador e diminui a sonolência”, diz Fernando. Além disso, é importante reconhecer as mudanças no sono nas diferentes fases na vida. Assim como o idoso adianta o sono, o adolescente atrasa. “Uma possível explicação do ponto de vista biológico é que o adolescente fica acordado até mais tarde porque está entrando na fase reprodutiva”, diz Fernando Louzada.

A falta de sono também pode estar por trás de problemas de aprendizagem “Alguns alunos que parecem ter dificuldade para acompanhar a aula podem na verdade estar com algum distúrbio do sono, como a apneia, que diminui o fluxo de oxigênio e atrapalha o aprendizado”, diz Camila Cruz Rodrigues, neuropsicóloga do Mackenzie.

Fonte:
COSTA, Raquel. JULIÃO, André. Por que os sonhos nos ajudam a viver melhor. Revista Istoé. Disponível online em: http://www.istoe.com.br/reportagens/99517_POR+QUE+OS+SONHOS+NOS+AJUDAM+A+VIVER+MELHOR
CHENIAUX, Elie. Os sonhos: integrando as visões psicanalítica e neurocientífica. Scielo, 2006. Disponível online em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-81082006000200009
FRAGA, Isabela. Um neurocientista enrustido. Ciência Hoje, 2010. Disponível online em: <http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-27/anais-da-neurociencia/sonhos-de-natal>




[1] Chefe de laboratório do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS), vinculado à Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

O tamanho de seus sonhos!


Nossos sonhos movimentam nossa vida! Fazem com que a águia que se encontra em nosso interior esteja sempre pronta para lançar voos sobre novos horizontes... 


    Um dia uma criança chegou diante de um pensador e perguntou-lhe: "Que tamanho tem o universo?". Acariciando a cabeça da criança, ele olhou para o infinito e respondeu: "O universo tem o tamanho do seu mundo". Perturbada, ela novamente indagou: "Que tamanho tem meu mundo?". O pensador respondeu: "Tem o tamanho dos seus sonhos".

     Se seus sonhos são pequenos, sua visão será pequena, suas metas serão limitadas, seus alvos serão diminutos, sua estrada será estreita, sua capacidade de suportar as tormentas será frágil. Os sonhos regam a existência com sentido. Se seus sonhos são frágeis, sua comida não terá sabor, suas primaveras não terão flores, suas manhãs não terão orvalho, sua emoção não terá romances. A presença dos sonhos transforma os miseráveis em reis, faz dos idosos, jovens, e a ausência deles transforma milionários em mendigos faz dos jovens idosos. Os sonhos trazem saúde para a emoção, equipam o frágil para ser autor da sua história, fazem os tímidos terem golpes de ousadia e os derrotados serem construtores de oportunidades.

    Sonhe!

Augusto Cury