sábado, 3 de novembro de 2012

Enigma nº 12

--- Enigma nº 12 ---
--- Desafio de Lógica ---

Observe o que está escrito na imagem...


Agora, diga quantos carros, no mínimo, este homem está vendo...

Resposta em 10/11

  A resposta é 3, pois a pergunta é quantos carros NO MÍNIMO o homem está vendo...e sendo assim com 3 carros é possível ver todas as demais combinações da frase. Portanto, a resposta de Zarco está certa. Bem como, lá no face várias pessoas acertaram, mas os  primeiros foram Paulo Roberto , Isabel Holanda Zapater , Thaiane Fernandes  e 

Eliézer da Hora .

Uso de notebook no colo pode trazer queimaduras para pele!


  
  Com a facilidade e os recursos que os laptops apresentam, muitas pessoas tem como hábito, sentar no sofá, cama, cadeira e apoiar o mesmo em seu colo...
Porém, o problema é que podem aparecer manchas em seu corpo, devido a exposição crônica à fonte de calor, na parte de baixo do computador portátil.

   "Síndrome da pele Torrada" é o como os pesquisadores suíços têm se referido às manchas da pele, causadas por esta exposição. O  Hospital Universitário de Basel divulgou na revista Pediatrics, o caso de um menino de 12 anos de idade, que teve sua pele queimada devido a longa exposição ao notebook para realização de  jogos virtuais.  Segundo registros, o menino estava usando o seu computador por algumas horas por dia, durante vários meses. Entretanto,  o caso dele não é único, existem mais relatos sobre o assunto. Na verdade ele é o mais jovem dos 10 pacientes que foram diagnosticados com a “dermatose laptop”.

   Conforme especialistas, a condição não é grave o suficiente para apresentar quaisquer riscos de saúde. De acordo com dermatologistas do Stanford Medical Center: "A preocupação é principalmente estética", disse Jean Tang, professor assistente de dermatologia ". Este tipo de queimadura pelo laptop não chega a ser de primeiro grau. "Na verdade, esta "queima" é um avermelhamento da pele causada pela dilatação dos capilares.
   Entretanto, sendo grave ou não, esse hábito está causando queimaduras e o importante é tentar evitá-las, e, ações simples, tais como colocar um apoio entre seu corpo e o notebook ( uma base para note, uma lista telefônica, uma caixa...) já reduz o efeito destas futuras complicações.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Pílula promete a cura para o Alzheimer


   

 Nesta  terça-feira, o professor Claude Wischik, da Universidade de Aberdeen, numa conferência internacional de demência, disse que em 4 anos estará no mercado uma pílula que com certeza será a cura para o Alzheimer, desde que se inicie o tratamento na fase inicial.
Esta pílula foi desenvolvida por cientistas britânicos e testada em pacientes com resultados “sem precedentes”.
  Segundo Wischik, se as pessoas iniciarem logo o tratamento com esta pílula conseguirão sair do abismo, pois a LmTX (como está sendo chamada) é uma droga que trabalha diferente aos tratamentos atuais. Pois os medicamentos existentes retardam a doença de Alzheimer, mas sua capacidade de lidar com a causa é subjacente, pois o efeito desaparece rapidamente, mas logo a doença reaparece e de forma devastadora.
   A LmTX por sua vez, destina-se a impedir a acumulação de uma proteína denominada tau no cérebro e será testada em pessoas com Alzheimer na sua fase inicial. Tau é uma proteína encontrada normalmente em células, mas durante a doença de Alzheimer e outras demências, pode comportar-se de maneira anormal e se agregam para formar "emaranhados"
   Rember (como será chamada a LmTX), já foi testada em doentes com resultados promissores. Dada a homens e mulheres com demência leve a moderada, as cápsulas Rember retardou a progressão da doença em 90 por cento, por dois anos. Os pacientes estavam mais confiantes e mais capazes de lidar com a vida diária. Uma mulher com Alzheimer leve foi capaz de voltar ao trabalho, mas ainda está em tratamento com a nova pílula.

Fonte: Daily News

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Qual o tamanho do seu cérebro?


    
 Você sabia que quanto mais amigos você tem, maior será seu córtex orbito pré-frontal  (uma região do cérebro encontrada logo acima dos olhos)???


Este é um estudo publicado na revista Proceedings of the Royal Society B, realizado por pesquisadores da Universidade de Oxford, com a intenção de mostrar que: para manter várias amizades (sendo que algumas não conhecidas, encontradas nas redes sociais), se  faz necessário usar o que os cientistas sociais chamam de "mentalização" ou "leitura da mente" - a capacidade de compreender o que outra pessoa está pensando. Esta habilidade é fundamental para lidar com um mundo social  complexo, incluindo a capacidade de manter uma conversa.
  Segundo a psicóloga Dr. Joanne Powell, da Universidade de Liverpool: "Talvez a descoberta mais importante deste  estudo é mostrar que a relação entre o tamanho do cérebro e o tamanho da rede social é mediada por habilidades de mentalização. O que isto nos diz é que o tamanho de seu cérebro determina suas habilidades sociais, e são elas que permitem que você tenha muitos amigos".
    Os pesquisadores escanearam o cérebro de 40 voluntários para medir o tamanho do córtex pré-frontal – uma parte do cérebro envolvida no planejamento de ações e a pensamento abstrato. Depois, os participantes foram questionados sobre seus eventos sociais na semana anterior ao experimento, além de serem submetidos a testes de mentalização (para conquistar e manter amizades, é preciso necessariamente entender o que as outras pessoas estão pensando, e isso ocorre pela mentalização das suposições e crenças dos outros).
     Robin Dunbar, professor da Oxford e do Instituto de Antropologia Cognitiva e Evolutiva, responsável pela pesquisa, enfatiza que: “As pessoas que tinham mais amigos tiveram resultados melhores nos “testes de mentalização”, além de maior quantidade de neurônios no córtex orbito pré-frontal”. Sendo assim, entender a associação entre o tamanho do cérebro de uma pessoa e o número de amigos que ela tem nos ajuda a entender os mecanismos que levaram os humanos a desenvolver cérebros maiores do que outras espécies
     O mais importante do estudo, segundo os pesquisadores, é que os resultados dão suporte à hipótese do ‘cérebro social’ – a ideia de que o órgão evoluiu ao longo de milhares de anos para atender a demandas da vida em grupo, pois o lobo frontal do cérebro dos humanos, em particular, têm aumentado consideravelmente no último meio milhão de anos.



Reflexões sobre o Bullying na escola

Por Silvana Pereira[1]

   O bullying pode iniciar silencioso, mas suas marcas trazem grandes prejuízos. Pais, professores e alunos devem interagir e juntos estar em constante diálogo. Quando nos omitimos de buscar soluções para situações destas características, estamos sendo cooparticipativos de um processo de exclusão.
   Existem diferentes maneiras de praticar bullying:
v    Verbal (insultar, ofender, falar mal, colocar apelidos pejorativos, “zoar”);
v Física e material (bater, empurrar, beliscar, roubar, furtar ou destruir pertences da vítima);
v   Psicológico e moral (humilhar, excluir, discriminar, chantagear, intimidar, difamar);
v    Sexual (abusar, violentar, assediar, insinuar);
v Virtual ou Cyberbullying (bullying realizado por meio de recursos tecnológicos: celulares, filmadoras, internet etc.)
   Estudos indicam que há um pequeno predomínio dos meninos sobre as meninas. No entanto, por serem mais agressivos e utilizarem a força física, as atitudes dos meninos são mais visíveis. Já as meninas costumam praticar bullying mais na base de intrigas, fofocas e isolamento das colegas. Podem, com isso, passar despercebidas, tanto na escola quanto no ambiente familiar.
    Quando qualquer ato praticado a um indivíduo de forma contínua e que cause sofrimento ou constrangimento, podendo ser praticado por uma pessoa ou grupo, estamos aí diante do Bullying. Na escola,  as situações mais comuns são apelidos, ações de repúdio, preconceito, imitação de sons ou do jeito de ser da vítima, referência a questões físicas, ameaças, sempre representando ações contínuas e frequentes. Atualmente são muito comuns também os casos de bullying virtual, através das redes sociais.
    O contexto escolar é o local onde os professores devem ficar atentos, pois muitas vezes tais situações são visíveis e fáceis de serem percebidas por um adulto que conviva com a vítima; porém, na maioria das vezes, o bullying é silencioso, sutil, sendo percebido, principalmente pelas mudanças comportamentais que se tornam visíveis tanto na escola quanto na família: queda no rendimento escolar, estado de tristeza, aversão à escola e medo de se expressar.
   O acompanhamento dos pais é essencial, sendo que: ao observarem qualquer situação diferente devem procurar a escola para que juntos verifiquem qual a melhor maneira de lidar com a situação, sem expor a criança ou o jovem que esteja sofrendo bullying.
   O bullying prejudica o desenvolvimento da criança, podendo trazer danos psicológicos, baixa autoestima, dificuldade em se relacionar e confiar nas pessoas. Os pais e escola devem manter um diálogo constante   seja através de  reuniões, palestras, eventos proporcionados pela escola e a partir destes momentos procurar medidas preventivas para o bullying.
    Existem situações onde as crianças não são as vítimas do bullying, mas sim as que praticam o mesmo, então os pais devemos estar  sempre atentos, pois são mais perceptíveis a estas situações. É preciso estar muito atento aos comentários, amigos e, principalmente, aos contatos que os filhos mantêm através das redes sociais. Não significa invadir o espaço individual do filho, mas manter uma relação de confiança na qual ele possa estabelecer um diálogo franco e aberto do que se passa com ele; e sempre que solicitado pelos profissionais da escola não deixar de participar e ouvir, pois nem sempre o comportamento que os pais conhecem dos seus filhos é o mesmo que ele apresenta quando inserido num grupo, no caso, na escola.
    Entretanto, cabe ressaltar que, ao perceberem que os filhos praticam bullying os pais também devem entrar em contato com a escola, pois assim juntos possam traçar  formas de ajudá-lo, pois também é uma vítima. Nenhum praticante de bullying age simplesmente sem uma causa; ninguém faz alguém sofrer sem ter dentro de si algo que incomoda ou algum sofrimento psíquico, algo que o faça chamar a atenção dos outros e, às vezes, da própria família sobre ele mesmo. Como diz o Psiquiatra gaúcho José Outeiral: Não estamos diante de gerações Y, Z ou tantas letras que tentam definir a atual geração. Nossas crianças e jovens precisam de atenção, não material, mas física, de presença, de diálogo, do olhar cuidador e não opressor da família e da escola, que devem estar juntas neste processo conciliador que integra nossas crianças e jovens numa sociedade que busca se reconstruir, apesar de tantas situações adversas para a formação de um cidadão ético e mais humano: esta é a minha aposta e é acreditando nisso que trabalho na área da educação.







[1] Silvana Pereira – Coordenadora Pedagógica e Orientadora Educacional do Colégio Sinodal da Paz.